Pergunte-me como
Vez ou outra, um azarão surpreende em campeonatos mundiais: como a Turquia em 2012.
Nesse campeonato mundial de clubes, o Fluminense foi a Turquia, pois “entre trancos e barrancos”, foi classificando. Mas a diferença econômica tornou o Mundial uma disputa entre europeus e sul-americanos ou a força da grana que monta seleções de jogadores e a dependência financeira dos clubes formadores, respectivamente.
Na semifinal entre Fluminense e Chelsea, o jogador João Pedro acabou com o jogo. O autor dos 2 gols é cria do time carioca. O que parecia um bom negócio, o destino (e o dinheiro) levou ao Chelsea para destruir o sonho tricolor. E o torcedor torce pelo gol, pela conquista do título, não por uma boa venda. João Pedro é a ilustração do que formata um campeonato mundial de clubes.
A briga é desigual, como “Davi e Golias”, por isso, mesmo sem participar dessa edição, o Corinthians foi o destaque nos comentários, porque é o mais recente sul-americano que conseguiu romper essa hegemonia geográfica e econômica. Há 13 anos, e justamente vencendo o contumaz “bicho-papão” dos últimos tempos: o clube inglês Chelsea.
O corintiano, como nas camisetas promocionais, em uma pergunta oculta, pode estampar: Pergunte-me como.
