🔳 Lula e seus amigos
Lula, presidente do Brasil, solicitou um encontro com Donald Trump, presidente dos Estados Unidos (EUA); foi recebido um pouco melhor que um entregador de pizza. Flávio Bolsonaro também reuniu-se com Trump e outras autoridades; logo depois, CV e PCC foram “promovidos” a organizações terroristas. Essa “sinuca de bico" diplomática obrigou políticos, imprensa e especialistas a tomarem um lado, revelando, assim, suas reais intenções. Uma tal de “soberania” foi o coringa utilizado para atribuir alguma nobreza e justificar a não intervenção americana. Com a visita a Trump, Lula, com sua agenda de prefeito ou com encontros secretos noturnos e jantares fora de agenda, confirmou ser um chefe de máfia ou lobista de luxo. Mesmo que não tenha sido Flávio, o “timing” é perfeito e deixa Lula “et caterva” numa inescapável armadilha; a única reação petista foi defender a tal “soberania". Lula ficou, segundo ele mesmo, triste e, segundo minha análise, nervoso. Como reação governamenta...