Curtindo a vida adoidado


 Com o desastre na comunicação oficial do governo, Lula escalou seu mestre na matéria: o eterno marqueteiro, com nome de personagem da ‘Praça é Nossa’, Sidônio Palmeira; os pais do marqueteiro foram mais criativos ao batizá-lo do que Adamastor Pitaco quando registrou o nome artístico. 


Mas Sidônio é um profissional do marketing do século passado; portanto, ultrapassado em linguagem digital; ele demonstrou isso ao levar uma surra de memes e produtores de conteúdos armados com um celular.

Entretanto, os “pensadores do PT” trocaram, retiraram o especialista em marketing analógico - aquele que elegia Ademar de Barros, Jânio Quadros e Paulo Maluf - e colocaram em campo alguém descolado, antenado, com um alto astral 24 horas por dia e conectado com a juventude e as redes sociais: Erika Hilton.

Na verdade, Erika nasceu Felipe, mas prefere o nome feminino. No entanto, Felipe engana mais que com o nome, o comportamento, o visual e as promessas como parlamentar. Felipe gasta dinheiro público suficiente para fazer qualquer Felipe parecer com Erika.

Contudo, Erika foi convidada para alavancar o diálogo governamental. Mas quando a deputada federal veio à luz, então, explodiram os escândalos expostos com qualidade 8K e UHD. Com esse grau de exposição, o estelionato eleitoral, a “muleta” do vitimismo, o trabalho parlamentar de plástico, os inimigos imaginários (fascismo e a extrema direita), enfim, tudo o que é falso ganhou foco e estragou a estratégia de Lula: prometer picanha, mas entregar abóboras e insetos.

Erikão reagiu mal, referindo-se ao povo como “meus queridos” em vez de “cidadãos”. Além de tudo, a prestação de contas foi incompatível com sua base eleitoral, pois foi em tom de arrogância e bronca.

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