Agora vai


 

O congestionamento de países em um suposto desenvolvimento fez do BRICS, que tinha como sigla as iniciais de 5 países, depois da abertura da porteira às nações amigas e a junção do que foi apelidado como “países parceiros” poderá propor um joguinho com 17 letras (ou mais).


O fracasso da reunião no Rio de Janeiro revelou um evento triste. Com a ausência de Xi Jinping e Vladimir Putin, presidentes da China e Rússia, respectivamente, o encontro ficou parecido com uma reunião de condomínio. Só ficou faltando as discussões por vaga de garagem, sujeira na piscina, vacância no salão de festas, barulho e equipamento de ginástica quebrado.


A cúpula das economias emergentes perdeu sua relevância desde que Lula tratou o banco como uma agência bancária comum e colocou a Dilma Rousseff como presidente. A manobra serviu para divertir os chineses, mas não para financiar um novo crime que mereça um apelido no aumentativo, exemplo: Mensalão e Petrolão.


O enfraquecimento dessa edição do encontro das nações com suposto potencial de crescimento econômico abriu uma oportunidade na agenda digna daqueles congressos que servem de subterfúgio para enforcar o trabalho e conhecer um resort. Nesse caso, os convidados poderão ir ao Cristo Redentor e à praia de Copacabana. E, para conhecer as maravilhas da cultura brasileira, caipirinha, feijoada, escola de samba estatal e, literalmente, macumba pra turista.


Antes, com potencial de acontecimento geopolítico histórico, as discussões da moeda única, que é usada como ameaça à hegemonia do dólar americano, teve uma forcinha para se tornar uma piada mundial, como o idioma universal: o esperanto. 


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