Lula e a diplomacia do bobo da corte

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Lula sempre lança a cartada do presidente do povo. É o seu coringa. Tudo bem, sabemos que a estratégia do “nós contra eles” sempre servirá para ganhar aplausos, votos e empurrar algum novo imposto. Mas qual é o conceito que os petistas fazem do que chamam de “popular”? Deve ser esse conceito que produziu o nosso “Bobo da Corte” diplomático.


Dizem comentaristas, mais atentos e observadores, que o presidente do Brasil, depois do almoço, surge mais alegre, sem freio moral e, embora a recíproca não seja verdadeira, “o melhor amigo de infância” de presidentes, reis e tiranos.


O Brasil está assombrando o mundo com Lula e suas maluquices. Sempre muito descontraído, nosso mandatário ri alto, com sua voz rouquenha e ultrajante, fala fora de hora e executa performances que devem encher a Janja de orgulho e devolver a autoestima a Nicolás Maduro. A cereja do bolo da diplomacia de boteco: em fotografias oficiais, quando todos os líderes evitam demonstrar gestos com a mão, nosso pequeno Lula já levantou em cada mão um “joinha”, ignorando que em alguns países isso é o equivalente a mostrar o dedo do meio. A foto deve ter ficado fantástica!


As aventuras de Lula me lembram os bons tempos de Didi Mocó e suas trapalhadas ou uma algazarra proporcionada por uma turma de brasileiros em uma excursão na Disney.


Lula conseguiu globalizar a vergonha alheia. Prestando-se a papéis pouco dignos, provavelmente seria ovacionado numa entrega do “Minha casa, minha vida”, no entanto, os ”gringos” conseguiram soltar risinhos nervosos e corretivos muito parecidos com aqueles que são usados para chamar a atenção de alunos distraídos.


Lula não foi colocado no Palácio do Planalto para divertir o mundo; entretanto, incapaz de gerir algo, resta esperar o fim do mandato e aproveitar o “efeito Dilma”. Vamos tolerá-lo como se fosse numa sinopse de filme da ‘Sessão da Tarde’: Um presidente muito atrapalhado aprontando mil e uma confusões.





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