Nunca antes
Na 7ª série, a Gislaine disse que iria pegar o Ivan na saída da escola. Apesar de, boa de briga, ser o suficiente para espancar o pobre do Ivan, ela reforçou o time: chamou a irmã mais forte. O aluno teve muito tempo para calcular as chances de sobrevivência. A reflexão recomendou que fugisse pela janela.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, resolveu colocar a faca no pescoço de Lula e o Supremo Tribunal Federal (STF), aumentando as tarifas sobre produtos brasileiros, usando como moeda de troca o fim da perseguição a Bolsonaro e seus aliados; em resposta, Lula continuou bravateando. O presidente petista se aliou a ditadores e ditaduras e xinga e ameaça Trump. Agora, mesmo atrasada, chegou a colheita anunciada.
Entretanto, o mais curioso foi o que a imprensa teve coragem de noticiar como medida retaliatória: O Cacique Cobra Coral iniciou as medidas de reciprocidade. Pronto, cancelaram a “Dança da Chuva”.
Depois das bravatas e aproximações ideológicas com ditadores, Lula fez o que sabe, colocou a culpa em alguém. Como a culpa é dele, ele coloca em quem quiser: nesse caso, Bolsonaro. Além disso, Lula dobrou a aposta: falou grosso e, mesmo sem condições, ameaçou retaliar. E como o nacionalismo é o último refúgio dos canalhas, ele, o entreguista, fala em “soberania nacional”, esquecendo que ele e seus comparsas sempre apelam e interferem internacionalmente.
Mas algum empresário sóbrio irá dissuadi-lo, antes que convoque uma inútil comissão de “influenciadores”. Os empresários são os adultos que têm que assumir o controle do navio à deriva; quanto ao Lula, é um péssimo administrador, que não tem perspicácia nem para ser síndico de prédio. É… dessa vez não teve “os bons ventos” das “commodities”. Ou o Brasil destrói o governo Lula/STF, ou Lula/STF destroem o Brasil.
Lula tem que fazer como o Ivan fez lá na 7ª série: uma fuga pela janela. Ele tem que avaliar a força do inimigo e propor uma saída vergonhosa, mas diplomática.
