Tudo boa gente



Vários países e “republiquetas” já desistiram de brigar com o presidente dos Estados Unidos. No entanto, Lula, o presidente do Brasil, insiste em ameaçar “retaliar”. Essa postura, para um senhor que se acha um bom negociador, demonstra nenhuma sabedoria, porque fica óbvio que não sabe avaliar sua força, muito menos a do adversário.

Lula se sente à vontade brincando de liderança entre ditadores e caudilhos, entretanto, foi deixado de lado. Mas continuou vociferando para Donald Trump. Enquanto o petista mede forças com alguém que visivelmente é mais forte, a turma que não quer entrar numa guerra perdida optou por negociar as oportunidades abandonadas pelo Brasil. Até a obsessão da tal “moeda única”, em substituição ao dólar, foi abandonada e empurrada para o autor e entusiasta da ideia: Lula.

O desenrolar desse roteiro lembra uma turma de amigos “botando pilha” para o fraquinho enfrentar o valentão, para depois sair fora e ver o estrago. Lembra também, quando Hugo Chávez, Evo Morales e Lula, presidentes da Venezuela, Bolívia e Brasil, respectivamente, pareciam ser os melhores amigos, mas a dupla dos países colonizados pela Espanha sempre passava Lula para trás.

Lula faz o que sabe: nada. E como na política não há lugar vago, ainda mais visando às eleições, começou uma disputa desesperada para negociar com o governo de Trump. 

Curiosamente, o Executivo enviou Geraldo Alckmin. O vice-presidente, que sempre foi anulado pela primeira-dama, foi escalado para resolver o problema da tarifa. Só que tem um problema: enviado para representar o presidente nos piores compromissos, Alckmin tem um retrato em companhia de vários terroristas que já foram providencialmente mortos. Assim, qualquer negócio com os EUA começa em desvantagem.

O sindicalista mente somente quando respira, portanto, culpa quem ele acha conveniente atribuir tamanha tragédia, enquanto se esconde quando precisa provar quem é o presidente da República.




 

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