Apertem os cintos, o piloto sumiu
É nesse momento que o líder aparece. No entanto, Lula segue cumprindo sua agenda de prefeito. Essa é sua maneira de se esconder: em palanques e com uma plateia controlada para ser composta por apoiadores dispostos a aplaudir qualquer coisa.
Como em política não fica espaço sem ser ocupado, alguns governadores correram para negociar o tarifaço de Donald Trump. Trump, acostumado com negociações, reconhece com quem está falando no aperto de mão: se o cumprimento não for firme e olhando nos olhos, o jogo já está ganho. E Lula, que foi entronizado no Brasil, não negocia porque não quer ser humilhado. Ou seja, já se sente derrotado antes de decidir conversar.
O presidente brasileiro simplifica sua política internacional a uma partida de truco, onde é do jogo blefar (mentir). Então, o petista gritou “seis” sem carta e, lógico, terá que ficar quieto.
Winston Churchill, primeiro-ministro da Grã-Bretanha. Durante a Segunda Guerra Mundial, foi um estadista que mobilizou e conduziu os britânicos à vitória. Portanto, se apresentou como líder, postura que não podemos esperar que o nosso mandatário tenha.
Voltando para o século XXI, disseram que o sindicalista aceita ligar para o presidente dos Estados Unidos se ele atender. A exigência só não é o prenúncio de problemas porque já vinha sendo bem ruim quando Lula xingou Trump de nazista, ofereceu jabuticabas e “propôs” um joguinho de truco. Talvez, como não queira acordo nem fugir, ficando com a fama de covarde, ele estabeleça condições.
Lula não me decepcionou porque eu nunca esperei nada dele, pelo contrário. A anomia só ficou evidente, à prova de propagandas enganosas. Mesmo que prejudique a todos, ele deixará que tudo aconteça para que seus objetivos sejam alcançados. Lula sempre se beneficiou do “quanto pior, melhor”.
“De onde não se espera nada é de onde não vem nada mesmo”
(Sabedoria popular)
