Genocídio americano




 

Na comédia ‘O incrível exército de Brancaleone’ é contada a história do tal Brancaleone e seu exército formado por maltrapilhos e um punhado de desgraçados que dariam dó se não fossem convocados para matarem de rir.


Pois, Nicolás Maduro trouxe a piada do cinema italiano para a vida real. Diante da aproximação da máquina de guerra dos Estados Unidos, Maduro insiste em ocupar o Palácio Miraflores. Para isso, ele convocou sua milícia para o que pode ser previsto como um “suicídio coletivo” liderado por um maluco bravateador e megalomaníaco.


Muito parecido com o que foi a guerra do Paraguai, na qual o ditador Solano López enviou homens e crianças para a morte; agora, o também ditador formou um catado de fiéis defensores dispostos a morrer. Infelizmente, se eles forem de encontro com os soldados americanos, a morte será inevitável. O grande contingente da milícia bolivariana apenas dará mais trabalho e adiará o fim.


A cegueira bolivariana é suficiente para esse exército venezuelano ser classificado como uma patente “bucha de canhão” ou o ‘Esquadrão Suicida’ da vida real. Essa turma lembra o ‘Comando Maluco’ — os militares atrapalhados e com fardas mal  ajambradas do humorístico ‘A Praça é Nossa'. 


Aproveitando-se da inocência e visão turva dessa força mal armada formada pelo lumpemproletariado de estimação com dedicação canina, o “presidente” venezuelano levanta a autoestima dos pretensos combatentes com um tipo de “vai lá!”.


Contudo, a combinação de bravatas, falso patriotismo com covardia contribuirá para que o ditador venezuelano seja encontrado num “bunker”, porão ou asilo, ou seja, bem longe de onde houver um único tiro. 


Como já prevê o desastre, Nicolás Maduro abre as portas da Defesa Bolivariana a quem quiser se matar. Ele insiste na narrativa do “nós contra eles”, mas essa não é uma causa nacional, é a tentativa desesperada de manter privilégios e acesso a confortos proibitivos a quem não é da “nomenklatura”.


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