Telecoteco
Existe um consórcio composto por grande parte da imprensa. Em pé graças à injeção de dinheiro público, esse tipo de imprensa derrama um exército de jornalistas, analistas, comentaristas e especialistas que se comportam como torcida, bem como repetem mentiras até serem confundidas com verdades. Contribuindo com a distorção, pesquisas e enquetes tendenciosas. Tudo, logicamente, contando com a interpretação de quem se informa com o fragmento da manchete em vez de uma leitura mais profunda. Mas piorou, agora ensinam a “driblar” a lei.
A escolha semântica, para a predileção não parecer mentira explícita, gera uma gagueira de fundo nervoso, própria da dissonância cognitiva, ou seja, quem diz algo sabendo que é uma mentira. Parece analfabetismo, mas tem método.
Virou até piada, quando jornalistas nos brindavam com as seguintes manchetes:
“Inflação está baixa, mas população sente o peso dos preços. Entenda a diferença entre números e preços.”;
“Lula acertou sobre o BNDES, apesar de ter errado”;
“Selic pode subir, cair ou ficar parada”;
“Economia dá mais sinais de despiora”;
“Quem odeia cheiros corporais tende a ser de direita, diz estudo”;
“O desempregado é alto, mas está baixo”;
“Mudança climática castiga eleitores de Bolsonaro no Sul”;
Ultimamente, os Estados Unidos entraram na mira da imprensa lulista, entretanto, exageraram na técnica da mentira sutil, produzindo notícias como essa:
“EUA estão com reputação abalada e já são tratados como economia emergente, diz Samuel Pessôa”
No entanto, nada pode ser tão ruim que não possa piorar. No paroxismo do “jeitinho brasileiro”, da malandragem tropical da criatividade da gambiarra e malemolência tupiniquim um jornalista deu um ”tutorial” ensinando técnicas para driblar a lei, como: usar VPN e lavar dinheiro.
O comentarista “deu a letra”,”passou a fita”, “adiantou o lado”, “fez o corre” com o cuidado de falar antes, por exemplo, ouvi dizer, parece que… Essa dica, para o ministro aprender a conviver com a Lei Magnitsky!


















