Eles estão entre nós


 

Depois do assassinato do ativista conservador americano, Charlie Kirk, brotaram os guerreiros de teclado, de câmera de celular e de redação. Empoderados pela facilidade, capilaridade e disseminação das ideias socialmente condenáveis, os verdadeiros extremistas disfarçados de justiceiros sociais se sentiram autorizados, e até legitimados, a demonstrarem o “ódio do bem”.


“Progressistas” comemoraram a neutralização do conservador americano. Refazendo, de forma honesta: pessoas comemoraram a morte de uma pessoa. Isso revela que pessoas aparentemente normais podem esconder psicopatas, não manifestados ou em  graus moderados, à espera de sangue alheio: aí surgem quem se sente feliz com condenação, quem celebra morte e quem se identifica com criminosos. Esses “psicopatas do bem” são amigos, colegas, parentes, pessoas que diluem-se no convívio social e, às vezes, enganam a si mesmas.


O escritor Eduardo Bueno, o Peninha, era apenas um sujeito histriônico, excêntrico ou, simplesmente, folclórico. Entretanto, o assassinato contra Kirk encorajou o escritor a exprimir seu ódio contra o que ele foi estimulado a chamar de propagadores do  discurso de ódio. Isso não caiu bem, e aquele gaúcho que parecia um gremista folclórico, trata-se de uma criatura perturbada, com dificuldade de convivência, que precisa de tratamento,


Porém, a desgraça seria completa se ele fosse tratado pelo médico que também celebrou o tiro fatal no ativista. No entanto, já retiraram o médico/monstro de circulação. Este hipócrita fez o Juramento de Hipócrates, mas pode cometer um “erro médico” ideológico.


Jornalistas não poderiam faltar a apedrejamentos morais e assassinatos de reputação. Então, Kirk mereceu menções nada honrosas, sempre se referindo a ele com palavras e expressões pejorativas. Uma dessas referências é “extrema direita”, que funciona como sinal verde (“apito de cachorro”) para algum louco se sentir autorizado a matar. 


Demissões, cancelamentos e sanções, várias retaliações já foram aplicadas aos que ficam tão bem com tristes ocorrências, antes que eles mesmos se tornem os atiradores. É desprezível sentir-se justiçado com a demissão de alguém, mas a política de “compliance” justifica a dispensa de “lobos em pele de cordeiro”.



“Não assassinam porque são fascistas ou nazistas; chamam de fascistas ou nazistas para assassinarem”

(Autor desconhecido)


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