A hora do pesadelo



 

Enfim, Lula encontrou Trump. Não. Sim. Sim e não. Mais ou menos. Sinceramente, se esbarraram na reunião da ONU,  depois trocaram um telefonema. Tanto o encontro, quanto o telefonema, a GloboNews noticiou com um otimismo tão estranho, que pareceu moeda de troca para interesses satisfeitos.


Traduzindo os contatos com honestidade intelectual, desinteresse financeiro, livres de paixões ideológicas e sem torcida organizada, foram desastrosos. Em ambos encontros, foi comemorado o jeito amigável do presidente americano com o brasileiro. Porém, não era esperado outro comportamento, como as patadas cordiais dos políticos brasileiros, exemplo: Vossa excelência é um #@$&£¢€¥π§. Contudo, o “orange man” atuou com uma “lucianohuckcidade” impecável; ou seja, tratou muito bem quem ele odeia. 


O sindicalista percebeu ou avisaram-no da armadilha que foi preparada: como um chefe da máfia, que antes de assassinato com um taco de beisebol, chama a vítima de filho, dá um abraço e um entusiasmado beijo. Trump está claramente amaciando a carne antes de fritá-la. 


É o sumo da estratégia trumpista de negociação, bem como uma tática manjada de manter o controle: imponha condições acima das reais intenções, visando a um acordo que pareça vantajoso para o otário; deixe uma chance para fuga, senão a única opção será o ataque; respectivamente.


Trump deixou o serviço imundo de reunir-se com Lula para Marco Rubio. O secretário de Estado dos Estados Unidos é o pior pesadelo do “Molusco e seus amigos”. Esperto que é, o petista deve ter estranhado a não convocação de alguém ligado às finanças ou ao comércio para negociar tarifas comerciais.


No entanto, o pessoal da GloboNews reagiu como sempre, com uma boa vontade lulista,  uma religiosidade lulista e uma adulação só vista em quem deseja estrelar um retrato de funcionário do mês, como se estivessem sob o efeito de um Rivotril eterno.


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