A maldição da jornalista
Donald Trump é o novo xerife do mundo. Contrariando a estética do partido democrata e seus políticos sorridentes, Trump é carrancudo, mas meteu o pé na porta e acabou com essa palhaçada de guerra.
Durante os agradecimentos a Trump por ter negociado o acordo de paz, a jornalista da GloboNews, Mônica Waldvogel, foi traída pelo microfone que vazou um desejo que saiu da sua boca e da sua alma: “Eu espero que o diabo…” Sinceramente, minha decepção é ouvir isso sendo expelido por uma jornalista, não pelo Ozzy Osbourne, Gene Simmons ou Raul Seixas.
A comentarista geriátrica das trevas, Mônica “Vai de Retro”, com sua invocação do mal, apenas externou o que estava entalado na garganta de milhões de esquerdistas, afinal, Donald Trump acabou com a narrativa que mantinha pessoas como Lula bravateando no debate internacional.
Apesar de tão… tão… tão… alaranjado, o presidente norte-americano destruiu aquela fala de que seria fácil acabar com uma guerra, inclusive, na mesa de um bar. E com a prisão de Bolsonaro, um Trump pacifista e o fim do evento que ajudava a odiar judeus e “passar um pano" para o Hamas, o que será dos petistas, que tinham em quem colocar a culpa pela incompetência lulista?
E quem tinha uma desculpa para ostentar a bandeira da Palestina sem nem saber onde fica? E quem usava a camiseta do Hamas sem nem saber de que se trata de um grupo terrorista? No entanto, é Greta Thunberg quem mais perde, afinal, qual será sua nova “causa”?
O que será do sindicalista e sua gangue sem a justificativa de buscar a paz para cessar, segundo dados do Hamas, o massacre de mulheres e crianças? Mas quando Lula falava em “paz” era só retórica sinalizadora de virtude. Sem a desculpa da “paz entre os povos” sobra o antisemitismo envergonhado que iguala essa turma a Hitler e seus amigos.
As reações expuseram o que já era claro, mas atribuído ao mundo da “teoria da conspiração”. Entretanto, ficou claro que a conjuntura servia para gritar em praça pública o ódio a israelenses e Trump. Acabou.