Breaking bad
Os Estados Unidos supertarifaram as exportações do Brasil, o que ficou conhecido como “tarifaço”. Lula, com provocações, bravatas e ofensas a Donald Trump, faz esforço para que não haja solução, apesar de fingir o contrário. Igualmente ao presidente, no oposto do que diz a animação do jornalismo “estatizado”, está óbvio que as negociações para diminuir a alíquota estão emperradas.
O encontro de Lula e Trump, na ONU, durou 29 segundos, mas dizem que rolou uma “química”, porque a tão esperada reunião foi apalavrada; após o encontrão da ONU, Trump e Lula marcaram, por telefone, a tal reunião; dias depois, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, foi aos Estados Unidos reunir-se, não com alguém responsável pelas finanças ou comércio, mas com o anti-lulista Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos. Não é “fake news”, mas ambos marcaram uma outra reunião. É o “passa amanhã” diplomático.
Sim, Trump está dando uma canseira no Brasil, como quem dá um “perdido”, que se esquiva dizendo “passa lá em casa”, “vamos marcar alguma coisa” ou “a gente vê”. A imprensa amiga do regime correu para publicar sua narrativa formadora de opinião pública, e choveram palavras para qualificar o “chá de cadeira” geopolítico: “positiva” e “produtiva”
Dois secretários de Trump já haviam indicado que as condições para um acordo não seriam fáceis, para alívio de Lula. Segundo os secretários, o Brasil tem problemas com o Estado de direito, censura e violações dos direitos humanos. Mas pelo que está parecendo, é que para os petistas: quanto pior, melhor.
Para a plateia amestrada de sempre, disposta a aplaudir até aumento de imposto, Lula está à vontade em seu palanque presidencial, sob o domínio de um marqueteiro. Então, insiste no “briefing” de que houve uma “química” entre ele e o presidente norte-americano. A imprensa “oficial” fingiu que acreditou e replica a lorota. Lula agradeceu e segue fingindo que acredita na falsa realidade da “química”. Então, “rolou uma química”.





