Janjismo
Ah… a Janja merece ser estudada pela Ciência. No mínimo, seu encéfalo deveria ser doado para alguma universidade.
A, por assim dizer, primeira-dama age instintivamente; falta-lhe o freio moral que filtra suas atitudes, ou seja, para a moça, tanto faz estar numa cerimônia de Estado em salão nobre ou num churrasquinho com pagode de fundo de quintal.
Graças a suas atitudes tresloucadas, o mundo sabe como anda o acordo com Lula. Cara amarrada, negar-se a dar a mão e outros sinais públicos de que coisas de cama, mesa e banho não andam bem extrapolam a vida privada, bem como o protocolo intrínseco à atuação de 10 entre 10 esposas de primeiros-ministros, reis e presidentes.
Entretanto, Janja mostrou ao mundo como se alça voo próprio: em demonstração de empoderamento puro, na Indonésia, caminhou em disparada muito na frente de seu marido. Com essa atuação, ela mostrou à Brigitte que o tapa no presidente da França não foi demonstração de força feminina, porque, logo em seguida, a subserviência tomou o lugar da “mão na cara” oficial.
Brigitte “enfiou a mão na cara” de Emmanuel Marcon, isso é mais honesto do que “dar um gelo”. A reprimenda francesa é autoexplicativa de que “alguma coisa errada não está certa”. Ou seja, Macron não sabe o que fez, mas sabe que fez caca; Lula, por outro lado, vai ter que viver seus últimos dias sem saber porque a Rosângela está estranha ultimamente.
A completa ausência de bom senso “janjista” pode retocá-la como uma mulher despojada de liturgias, mas revela alguém mais familiarizada com as visitas ao presídio.
Finalizando, assim ela estraga todos os esforços da força-tarefa para colher benefícios eleitorais e diplomáticos. Mas a, vá lá, primeira-dama emplaca a narrativa de benemérita, enquanto não sai de Paris. Sua imaginação produz uma Janja ativista, preocupada com as mulheres e merecedora de reconhecimentos pelos serviços prestados. Então tá…
