A especialista


 


A megaoperação do Rio de Janeiro gerou uma discussão entre os que defenderam que a polícia matasse bandidos e os que tratam os mortos do Complexo do Alemão como suspeitos.


O Jornalismo estatizado  sempre se apressa em convocar seus especialistas de estimação para ajudar a formar a opinião pública que atenda interesses. Geralmente há um cuidado em selecionar um especialista amigo que não transpareça sua ideologia,


Entretanto, dessa vez foi diferente: cabelo vermelho, os óculos esquisitões e a cara de “doidinha” são o uniforme que define a ideologia da garota a 1 quilômetro de distância. Ela é o produto finalizado, que recebeu o “OK” em todas as etapas da doutrinação escolar. Certamente, na sua bibliografia obrigatória não deve ter faltado estudos aprofundados sobre  Foucault e Rousseau. Além da lavagem cerebral, a garota deve ter aceitado o processo porque se encontrou naquilo tudo, bem como achou sua turma.


A moça está aproveitando o terreno fértil, bem como um período propício para exercer toda sua “narcoafetividade” a céu aberto. Ela se apresenta como “especialista em segurança”. Logicamente, nunca ter disparado um tiro sequer em confrontos não impediu a “especialista” de apresentar a “solução” para o terrorismo doméstico. Claro, toda a sua arrogância vem acompanhada de títulos e certificados.


Ora, eu posso me estafar de estudos sobre aerodinâmica e voo, isso não vai evitar a experiência de ser humilhado por qualquer sabiá, pardal ou bem-te-vi.


As redes sociais da nossa especialista em segurança confirmam que está querendo polinizar a sociedade com suas ideias utópicas. Ideias “bonitinhas”, mas inexequíveis: pelo menos, é o que a vida real e fora de gabinetes com ar-condicionado me fez acreditar.


A especialista, cujo visual já foi contestador, mas atualmente é apenas um uniforme, que com uma rápida olhada, dá para adivinhar o que come, onde vive e como se reproduz.





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