Má influência
Já foi dito muito sobre o banco Master, mas, pelo que querem esconder, ainda falta o essencial, pelo que dizem e o que querem esconder.
Alguns dos chamados “influenciadores" receberam propostas financeiras para "meter a colher” na briga de casal entre o Master e o BC (Banco Central). Acontece que esses “youtubers” largaram as fofocas e passaram a comentar Economia. Para isso, logicamente, devem ter corrido para fazer um “intensivão” de "continha de mais”.
De repente, apareceu uma galerinha que nunca tinha se preocupado sequer com o fim do Banco Santos ou o fim do Bamerindus, mas agora, estâo demonstrando preocupação com a liquidação do Banco Master.
A “turminha esperta”, que não deve saber quanto são 7 x 8, em ação coordenada e texto muito parecido, atacou o BC e defendeu o Master. Com evidentes técnicas de como convencer e influenciar pessoas, as opiniões compradas “alertaram” de “a quem interessa a liquidação do Master de Daniel Vorcaro?” Boa pergunta.
Vorcaro quis brincar de ‘Banco Imobiliário’. Até teve sorte quando lhe deram um tipo de “Saída Livre da Prisão”, mas tirou “Revés” ao frustrar na tentativa de transformar narrador de “Big Brother” em analista financeiro
Esse é um exemplo de formação de opinião pública comprada, porém, não tão eficiente quanto o ‘Jornal Nacional’ ou o ‘Fantástico’. Os “influenciadores” não ganharam este nome à toa, porém o verbo não apresentava perigo quando “sugeria” o uso de uma marca de cosmético ou roupa, mas quando envolve um imbróglio entre instituições financeiras… é estranho.
Alguns “influenciadores” quase trocaram a sidra Cereser por ‘Champanhe’, mas o “dinheiro na mão, moral no chão” vazou, o que pode configurar “obstrução de justiça”.
As celebridades de “YouTube” são a parte mais fraca dessa sujeira, que topam fazer anúncios de tônico capilar, remédio para emagrecimento, programinha de apostas e banco falido.
