Flanelinha de minoria


 

Guilherme Boulos estava abusando da tática “xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz”, mas na 98, rádio de Natal, Boulos não resistiu a checagem de fatos e foi pego na mentira.

Como Lula sempre abriga os companheiros, o psolista  ganhou um ministério inócuo. Ele sempre bajulou o presidente gratuitamente, mas com o novo cargo a subserviência chegou ao paroxismo.

Boulos quer ser a “reencarnação” do petista, por isso, já lança mão da técnica lulista para pensar, mentir e intimidar repórteres em entrevistas: “Deixa eu te dizer uma coisa”. A arrogância da interrupção sai carregada de suposta verdade. Desse jeito, o “arruaceiro profissional" acusou as jornalistas de mentirosas. No entanto, uma rápida consulta ao ‘Google’ desmentiu o ministro ao vivo. 

A assessoria do Guilherme Boulos recolheu seu mentiroso compulsivo antes que a falta de credibilidade atribuída à rádio nordestina grudasse nele mesmo. Tarde demais, as redes não perdoaram.

O  eterno postulante a um cargo no Executivo paulistano não tem compromisso com a verdade. Mesmo que prometa uma “receita de bolo”, ele sempre conta com os votos de uma classe alta culpada: do tipo que compra boné do MST na Oscar Freire e precisa ser representada por um flanelinha de minoria e profissional da sinalização de virtude. Além de tudo, dizer que vota no Guilherme Boulos torna qualquer um perigoso.

Essa galerinha “fina, elegante e sincera” sai do Alto de Pinheiros, vota em Higienópolis para escolher um petista e seus amigos para arruinar Itaquera. 

A “justiça social” e a “igualdade” sempre foram suas bandeiras, que “pegam bem”, mas são artificiais: essa é a sinalização de virtude que proporciona uma carreira fingindo que se preocupa com os desfavorecidos. No caso de Boulos, como “flanelinha de minoria” que é, os desfavorecidos escolhidos são os “sem teto”.


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