Um novo conceito de artigo têxtil enquanto ressignificação da atividade física a nível de igualdade



 

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Palácio do Planalto devem ter um projeto de País, e o futebol maquiavelicamente foi a maneira mais fácil de pegar o brasileiro distraído, entre churrasco e cerveja.


No silêncio, alteraram a forma e o conteúdo: a camisa número 2 (azul) trouxe estampada uma mancha que parece a sombra de uma carranca ou o capiroto; o canarinho fica com olho vermelho e vira um pássaro sinistro; sinistro que é o lema da Seleção: “Joga sinistro” substitui aqueles gritos de torcida bobos, mas ensolarados: “Pra frente, Brasil!”, “Dá de bico que o jogo é de taça!”.  Entretanto, o melhor é um suposto apelido: “Brasa”.


Essa lenda de que chamam a Seleção Brasileira de “Brasa” só pode ser péssima ideia publicitária, gíria de tiozão tentando se enturmar ou novilíngua para transformar a sociedade pela linguagem.


A mina, que faz performance como “cosplay” de Che Guevara e deve odiar futebol, parece que foi arrancada de uma faculdade de Moda para falar de futebol. A “franjinha Rivotril” denuncia, O auto corte de cabelo revela um surto psicológico que termina com a amputação da franja ou a secção dos pulsos. Portanto, quando você vir  uma moça fantasiada de soviética, com a franja picotada e chamando o Brasil de “Brasa” não a vista com uma camisa de força; dê atenção e nunca, nunca contrarie. 


A apresentadora reuniu sinais de rompimento com família, religião e sociedade. E o que era para externar rebeldia fica parecido com a estética de um ridículo uniforme de estudante de Humanas em universidade federal.


No entanto, em propaganda nada é por acaso, então, o figurino da Mao Tsé-Tung de saia e a gíria inventada não estão lá por acidente: é engenharia social em estado bruto. Certamente, está sendo gestado um sequestro dos símbolos nacionais associados à “extrema direita”. Contudo, como não foi discreto, houve estranhamento e ruído.


É muito provável que a nossa “Che Guevara de apartamento” abrace causas pré-fabricadas que pertençam à caixinha esquerdista: Palestina livre; Irã soberano; #Elenão; Fuck you, Trump etc. 


No final das observações, a apresentadora, que traz uma leve semelhança com agente secreta comunista infiltrada de comédia, parece ter montado seu figurino em um brechó soviético. 


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