🔳 Lula e seus amigos
Lula, presidente do Brasil, solicitou um encontro com Donald Trump, presidente dos Estados Unidos (EUA); foi recebido um pouco melhor que um entregador de pizza. Flávio Bolsonaro também reuniu-se com Trump e outras autoridades; logo depois, CV e PCC foram “promovidos” a organizações terroristas.
Essa “sinuca de bico" diplomática obrigou políticos, imprensa e especialistas a tomarem um lado, revelando, assim, suas reais intenções. Uma tal de “soberania” foi o coringa utilizado para atribuir alguma nobreza e justificar a não intervenção americana.
Com a visita a Trump, Lula, com sua agenda de prefeito ou com encontros secretos noturnos e jantares fora de agenda, confirmou ser um chefe de máfia ou lobista de luxo. Mesmo que não tenha sido Flávio, o “timing” é perfeito e deixa Lula “et caterva” numa inescapável armadilha; a única reação petista foi defender a tal “soberania".
Lula ficou, segundo ele mesmo, triste e, segundo minha análise, nervoso. Como reação governamental, sempre que o presidente petista quer se vingar, lança mão da reciprocidade, independente da legitimidade; tanto que, desprovido de cultura e noção de equivalência, Coringa e Pinguim, vilões do Batman, podem ser classificados como terroristas.
A gritaria foi geral, a imprensa, como previsto, agiu como assessoria de imprensa do crime organizado. Os ditos especialistas não poderiam ficar de fora. Sempre atuando numa simbiose travestida de interesse popular, a imprensa selecionou e retirou da prateleira os “especialistas” de estimação, aí surgiram pérolas, como: já aumentou o preço da cocaína. Logicamente, como o jornalista deve manter o sigilo da fonte, as informações direcionadas brotaram das vozes da cabeça, alguém passando ou de Águas de Lindoia.
Na falta de um benefício concreto, o termo “democracia” sempre foi apresentado, como uma carta da manga, para justificar um feito grandioso do governo, inclusive para justificar poderes ilimitados e inconstitucionais. O termo da vez é “soberania”: é e será muito utilizado para parecer “interesse social” os interesses do CV e PCC.

